Friday, February 25, 2011

A terceira sessão de Adriana Lisboa


Na Sexta-feira passada eu fui a última sessão Adriana Lisboa fez. Foi muito bom estar lá. Foi um privilegio ouvir ela ler de alguns dos seus livros que escreveu. Foi muito gostoso a sentar lá na sala ouvindo a leitura. Ela escreve muito bem e gosto muito como senti parte do livro quando ela leu. Ela escreve com muitas detalhas e faz a ambiente muito agradável. Quero ler Azul-corvo agora porque eu já morei em Novo México e Colorado. Gostei como ela passa suas idéias com seu marido e gostei que quando ela escreve, ela está feliz. Ao conhecer um pouco dá para ver que ela é uma grande figura na literatura brasileira.

Segunda sessão de Adriana Lisboa


A segunda sessão na quinta-feira foi a sessão que mais gostei. Achei incrível como ela está morando aqui como tradutor. Ela sabe falar muito bem em inglês. Achei interessante que quando traduze alguma coisa não é sempre possível fazer uma perfeita tradução, mas tem que fazer o melhor que possa. Se ela não sabe como traduzir algo ela vai procurando no dicionário e se ainda não encontrar vai perguntando seu marido, filho e amigos. Ela falou que como tradutor você tem que traduzir como é escrito. Não pode adicionar qual quer coisa que você quer. Isso pode ser muito difícil muitas vezes porque você não pode mudar nada. Como autora ela de vez em quando quer interpretar ou traduzir de uma maneira diferente mas não pode e não deve. Achei ela muito inteligente.

Primeira sessão de Adriana Lisboa


A primeira sessão na quinta-feira que a Adriana fez foi muito bom. Foi muito bom ouvir ela falar em português. Ela falou a respeito das tendências da literatura brasileira contemporânea. Gostei quando ela falou que cada historia tem que ter um tom. Nunca pensei assim. Achei interessante também que ela falou que muitos autores escrevem em outros paises, mas escrevem na sua língua própria. Faz mais sentido agora por que ela está morando aqui e escrevendo em português. Gostei como ela falou que sua amor de literatura começou com 14 anos de idade. Ela encontrou algo que gostou e correu atrás.

Wednesday, February 23, 2011

Crônica


“Era uma vez
O mundo” (Oswaldo de Andrade, Crônica, 251)

Gostei muito desse poema. Fez me rir e lembrar dos contos que meus irmãos me derem quando era criança. Eles diziam assim, “Era uma vez O mundo”. Acho que Oswaldo está querendo dizer que a crônica do mundo é o mundo. Ainda não tem uma história completa do mundo e acho que, de alguma maneira, ele está fazendo uma brincadeira ao fazer essa poesia. Para me foi muito engraçado.

Wednesday, February 16, 2011

A valsa


“Na valsa
Tão falsa,
Corrias,
Fugias,
Ardente,
Contente,
Tranqüila,
Serena,
Sem pena
De mim!”
(Casimiro de Abreu, A valsa, 1)

 
Quando eu li esse poema, deu para eu lembrar os momentos quando dançava a valsa com minha esposa. Na valsa as pessoas dançam bem perto, mas quase ao lado do outro. Para dançar da maneira certa você não olha ao seu companheiro. Você está sempre olhando para frente e seu companheiro de dança não está de frente. Eu acho que nesse poema o poeta está mostrando o leitor como a dança é feita. A mulher do poema está dançando a valsa da maneira certa e não está olhando ao seu companheiro. Achei interessante também que no poema parece que o homem não está gostando da valsa e quer que a mulher esteja olhando para ele. Na mente do homem a mulher não está olhando para ele, mas na mente da mulher ela só está fazendo a valsa. Gostei do poema.
 

Thursday, February 10, 2011

Wasteland


Fui a Wasteland com minha esposa e filho. Gostamos do filme muito. Não vou mentir, ficamos nervoso ao estar lá na sexta-feira de noite, mas o filme foi muito bom mesmo. Meu filho ficou bem e minha esposa adorou. Falamos a noite inteira do Vic e suas obras no Rio com o lixão. Amei de ver os brasileiros e a mudança que aconteceu nas suas vidas antes do projeto, durante, e depois. Mudou a vida deles e deu para eles ajudar outros também. Ficamos felizes ao gastar nossa sexta-feira de noite assistindo o filme.





Wednesday, February 9, 2011

“Há vários modos de matar um homem:
Com o tiro, a fome, a espada
Ou com a palavra-envenevada.

Não é preciso força.
Basta que a boca solte
a frase engatilhada
e o outro morre-na sintaxe da emboscada.”
(Affonso Romano de Sant’Anna, Cilada verbal, 1)

Eu acho que Affonso, de uma maneira estava falando do poder das palavras. Parece que ele está falando que tem muitas maneiras de matar alguém e uma dessas maneiras é usar “palavra envenenada”. Realmente dá para ver que na vida quando alguém fala mal de você, machuca. A boca é uma arma forte, que pode ser usada de formas boas e más. O homem que leva as palavras fortes talvez nem morre de corpo, mas com certeza uma parte da vida dele morre. E até Affonso falou que nem precisa força, mas uma boca solta.

Thursday, February 3, 2011

Homen no mar


"É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sai da varanda tranquilo...Não desço para ir esperá-lo na praia e lhe apertar a mão; mas dou meu silencioso apoio." (Rubem Braga, Homem no mar, 2)

Ao ler esse texto deu para me pensar bem em o que o homem está pensando. Para me ele está querendo que o homem chegar ao seu destino. E até mais que isso ele está de uma forma mostrando seu desejo ao ficar na varanda. Talvez seja que ele quer que o homem tenha sucesso na vida ou segurança ao nadar no mar mas ainda ele fica na varanda esperando o homem chegar ao fim. Achei interessante que ele nem conhecia nada do homem nem seu nome, mas ele ainda quer que o homem chegue ao seu destino. Para ele, não importava se ele estivesse ao lado do mar porque ele ficou na varanda até o homem chegou ao seu destino.