Esse filme foi muito bom. Achei muito interessante a parte quando a todo mundo chegou na igreja para tomar a decisão de fechar ou deixar aberto o site. Todo mundo perguntou para Pedro qual foi a decisão dele. Ele falou, “Fechado”. Acho que ele gostava do site, mas com certeza ele não queria ter problemas com uma impressa internacional e também achou que a cidade não tinha dinheiro suficiente para a pagar. Ele estava querendo proteger o povo na cidade. Em fim e depois de todos os seus esforços a cidade contra ele decidiu a deixar o site aberto. Acho que o povo não queria ser jogado de lado e deixar a impressa tomar o nome de seu site. Acho que talvez eles queriam ser vistos no mundo um pouco. Muito bom essa parte e o filme inteiro.
Wednesday, April 6, 2011
Thursday, March 31, 2011
Edifício Master
Achei esse filme muito bom. Gostei muito de ouvir as histórias das pessoas. Como falamos na aula, acho que todos passaram por muitas problemas, mas todos tem uma coisa com que eles possam segurar. Pelos Rapazes foi o desejo de tocar a música e fazer show. Cada um tinha alguma coisinha. Acho que o realizador queria mostra a vida dessas pessoas mesmo para que ele pudesse nos mostrar como eles são e não como ouvimos. Muitas vezes na vida não sabemos algo até chegamos ao coração ou as raízes. Gostei muito como o documentário fez com que possamos chegar ao coração dessas pessoas. Também gostei muito como o documentário nos deu a oportunidade de escutar para as pessoas. Como falamos na aula eu acho que o filme nos deu uma chance de escutar para as pessoas por mais tempo que talvez faríamos se estivéssemos lá. Foi um pouco estanho no início de ouvir historia tão íntimas, mas acho talvez que o realizador queria que isso acontecesse. Documentário bem feito.
Wednesday, March 23, 2011
Sandra Kogut
Gostei muito de assistir o filme Mutum e especialmente de estar presente enquanto a Sandra Kogut falou do seu filme. Achei muito interessante como ela não usou autores profissionais e como ela só foi a interior para procurar essas pessoas. Gostei como ela não botou musica no filme e como ela falou que ela não queria colocar algo que mudaria a natureza do filme. A coisa que mais gostei foi a realidade do filme. Mostrou a vida deles sem eles atuando. Ele foi muito boa e me ensinou a complexidade de criar um filme bem feito.
Filmes
“Films have meaning because we attribute meanings to them”.
(David Bordwell, Kristin Thompson, Film Art, 63)
Achei essa frase muito interessante. Todos os filmes são assim que assisto. Eu tento a me relacionar com os caracteres do filme. Para me, filmes tem sentido porque eu coloco sentido neles. Já assisti muitos filmes com que eu não liguei, mas outras pessoas ligaram. Sei que talvez o diretor quer colocar sentimento de alguma forma no filme, mas os sentimentos mais sentidos de um filme vem da pessoa que está assistindo o filme. Todo mundo sente uma coisa diferente dependendo do seu jeito.
Thursday, March 17, 2011
Pagador de Promessas
“Agora eu decidi: só morto me levam daqui. Juro por Santa Bárbara, só morto.”
(Dias Gomes, Pagador de Promessas, 169)
Achei essa parte muito interessante. A primeira vez que eu li essa parte eu pensei para me mesmo, que é que ele está fazendo, eles vão lhe matar, mas ao ler muitas vezes deu para me pensar bem em quais são as coisas que estão passando na cabeça dele. Um dos pensamentos que talvez passou na cabeça dele é, eu não fiz nada de errado eles não vão me matar. Outro pensamento foi que talvez ele teve foi, eu vou dar minha vida se for necessário para cumprir com minha promessa. Para me eu acho que a decisão de falar uma coisa dessa faz parte das duas razoes em cima. Com certeza ele queria cumprir com sua promessa e acho que ele talvez não pensava que o Delegado iria lhe matar.
Thursday, March 10, 2011
“Sou sua mulher. Tenho que ir pra onde você for.”
(Dias Gomes, Pagador de Promessas, 27)
Gostei muito dessa parte do drama. Com certeza deve ser muito difícil de ver seu marido dividir sua fazenda, andar com cruz nas costas sete léguas, e pagar a promessa. Em fim ainda ela fica com ele, até andou as léguas com ele e dormiu no chão. Talvez ela estava reclamando o tempo inteiro, mas pelo menos vez a caminhada. Acho que tem mulher que nunca deixaria seu marido dividir sua fazendo nem andaria sete léguas e dormir no chão só para fazer uma promessa dessa por um burro. Dá para ver do texto que ela não gostava de fazer tudo isso, gostei que em fim ela ainda está ao lado dele.
Thursday, March 3, 2011
Súplica
“Tirem-nos tudo,
mas deixem-nos a música!”
(Noémia de Souza, Súplica,192)
Achei muito interessante este poema e sua autora. Parece que o poema está se expressando uma parte da vida Moçambicana. Na épica que este poema foi escrito havia dificuldades na colônia. Salazar estava fazendo a vida bem difícil. Já sei que a música faz uma grande parte da cultura lá, mas não sei se o poema está falando da música direitamente. Acho que povo naquela épica estavam sendo muito perseguidos e que eles estavam sendo controlados e abusados. Todas as suas coisas estava sendo tirados. Acho que a oração deles foi que o governo não tirasse cada parte da vida deles.
Friday, February 25, 2011
A terceira sessão de Adriana Lisboa
Na Sexta-feira passada eu fui a última sessão Adriana Lisboa fez. Foi muito bom estar lá. Foi um privilegio ouvir ela ler de alguns dos seus livros que escreveu. Foi muito gostoso a sentar lá na sala ouvindo a leitura. Ela escreve muito bem e gosto muito como senti parte do livro quando ela leu. Ela escreve com muitas detalhas e faz a ambiente muito agradável. Quero ler Azul-corvo agora porque eu já morei em Novo México e Colorado. Gostei como ela passa suas idéias com seu marido e gostei que quando ela escreve, ela está feliz. Ao conhecer um pouco dá para ver que ela é uma grande figura na literatura brasileira.
Segunda sessão de Adriana Lisboa
A segunda sessão na quinta-feira foi a sessão que mais gostei. Achei incrível como ela está morando aqui como tradutor. Ela sabe falar muito bem em inglês. Achei interessante que quando traduze alguma coisa não é sempre possível fazer uma perfeita tradução, mas tem que fazer o melhor que possa. Se ela não sabe como traduzir algo ela vai procurando no dicionário e se ainda não encontrar vai perguntando seu marido, filho e amigos. Ela falou que como tradutor você tem que traduzir como é escrito. Não pode adicionar qual quer coisa que você quer. Isso pode ser muito difícil muitas vezes porque você não pode mudar nada. Como autora ela de vez em quando quer interpretar ou traduzir de uma maneira diferente mas não pode e não deve. Achei ela muito inteligente.
Primeira sessão de Adriana Lisboa
A primeira sessão na quinta-feira que a Adriana fez foi muito bom. Foi muito bom ouvir ela falar em português. Ela falou a respeito das tendências da literatura brasileira contemporânea. Gostei quando ela falou que cada historia tem que ter um tom. Nunca pensei assim. Achei interessante também que ela falou que muitos autores escrevem em outros paises, mas escrevem na sua língua própria. Faz mais sentido agora por que ela está morando aqui e escrevendo em português. Gostei como ela falou que sua amor de literatura começou com 14 anos de idade. Ela encontrou algo que gostou e correu atrás.
Wednesday, February 23, 2011
Crônica
“Era uma vez
O mundo” (Oswaldo de Andrade, Crônica, 251)
Gostei muito desse poema. Fez me rir e lembrar dos contos que meus irmãos me derem quando era criança. Eles diziam assim, “Era uma vez O mundo”. Acho que Oswaldo está querendo dizer que a crônica do mundo é o mundo. Ainda não tem uma história completa do mundo e acho que, de alguma maneira, ele está fazendo uma brincadeira ao fazer essa poesia. Para me foi muito engraçado.
Wednesday, February 16, 2011
A valsa
“Na valsa
Tão falsa,
Corrias,
Fugias,
Ardente,
Contente,
Tranqüila,
Serena,
Sem pena
De mim!”
(Casimiro de Abreu, A valsa, 1)
Quando eu li esse poema, deu para eu lembrar os momentos quando dançava a valsa com minha esposa. Na valsa as pessoas dançam bem perto, mas quase ao lado do outro. Para dançar da maneira certa você não olha ao seu companheiro. Você está sempre olhando para frente e seu companheiro de dança não está de frente. Eu acho que nesse poema o poeta está mostrando o leitor como a dança é feita. A mulher do poema está dançando a valsa da maneira certa e não está olhando ao seu companheiro. Achei interessante também que no poema parece que o homem não está gostando da valsa e quer que a mulher esteja olhando para ele. Na mente do homem a mulher não está olhando para ele, mas na mente da mulher ela só está fazendo a valsa. Gostei do poema.
Thursday, February 10, 2011
Wasteland
Fui a Wasteland com minha esposa e filho. Gostamos do filme muito. Não vou mentir, ficamos nervoso ao estar lá na sexta-feira de noite, mas o filme foi muito bom mesmo. Meu filho ficou bem e minha esposa adorou. Falamos a noite inteira do Vic e suas obras no Rio com o lixão. Amei de ver os brasileiros e a mudança que aconteceu nas suas vidas antes do projeto, durante, e depois. Mudou a vida deles e deu para eles ajudar outros também. Ficamos felizes ao gastar nossa sexta-feira de noite assistindo o filme.
Wednesday, February 9, 2011
“Há vários modos de matar um homem:
Com o tiro, a fome, a espada
Ou com a palavra-envenevada.
Não é preciso força.
Basta que a boca solte
a frase engatilhada
e o outro morre-na sintaxe da emboscada.”
(Affonso Romano de Sant’Anna, Cilada verbal, 1)
Eu acho que Affonso, de uma maneira estava falando do poder das palavras. Parece que ele está falando que tem muitas maneiras de matar alguém e uma dessas maneiras é usar “palavra envenenada”. Realmente dá para ver que na vida quando alguém fala mal de você, machuca. A boca é uma arma forte, que pode ser usada de formas boas e más. O homem que leva as palavras fortes talvez nem morre de corpo, mas com certeza uma parte da vida dele morre. E até Affonso falou que nem precisa força, mas uma boca solta.
Thursday, February 3, 2011
Homen no mar
"É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sai da varanda tranquilo...Não desço para ir esperá-lo na praia e lhe apertar a mão; mas dou meu silencioso apoio." (Rubem Braga, Homem no mar, 2)
Ao ler esse texto deu para me pensar bem em o que o homem está pensando. Para me ele está querendo que o homem chegar ao seu destino. E até mais que isso ele está de uma forma mostrando seu desejo ao ficar na varanda. Talvez seja que ele quer que o homem tenha sucesso na vida ou segurança ao nadar no mar mas ainda ele fica na varanda esperando o homem chegar ao fim. Achei interessante que ele nem conhecia nada do homem nem seu nome, mas ele ainda quer que o homem chegue ao seu destino. Para ele, não importava se ele estivesse ao lado do mar porque ele ficou na varanda até o homem chegou ao seu destino.
Friday, January 28, 2011
"Aqui, um território vazio, espaços, um pouco mais que nada." (Sérgio Sant' Anna, Conto (não conto), 1)
Eu acho que nesta frase Sérgio está falando do mundo e como era talvez até antes do mundo era. Realmente era um território vazio antes do mundo foi criado. Eu vejo uma correlação entre essa parte do conto e a criação do mundo. Na criação teve muito espaço vazio até quando o mundo foi criado tinha muito espaço vazio. Eu acho também que o Sérgio escreveu essa passagem para preparar a ambiente do seu conto. Eu achei interessante que ele fez isso bem no início. Também achei interessante como ele falou "um pouco mais que nada", realmente não foi nada mas quase nada.
Monday, January 24, 2011
Fados
Só queria falar de Fados. Fui ao cinema com minha esposa e filho. Assistimos o filme enteiro na Sexta-feira e o gostamos. Achamos bem interesante. Eu e minha esposa amamos música e foi bom aprender de uma música diferente. Achamos as danças meu estranho mas no fim gostamos do filme.
Thursday, January 20, 2011
"Duarte suava e tremia. Quis levantar-se e não pôde. Os joelhos batiam um contra o outro." (Machado de Assis, A Chinela Turca, 6)
Ao ler esse texto deu para me pensar bem em o que o autor estava querendo dizer. Eu acho que ele está querendo dizer que nesse momento Durate estava ficando muito nervoso. Duarte não soube o que fazer e esse frase esplica bem como ele sentiu oa ser confrontado com uma decisão tão crucial. Essa decisão de que ele se casasse com uma mulher que ele não amasse e também ser morto. Eu acho que o autor está querendo nos mostrar uma parte da vida. É muito defícil tomar decisões quando as apresentam. Talvez não é uma decisão tão importante como Duarte, mas sempre vamos ter que escolher um caminho. Eu achei muito interesante que uma oportunidade se apresentou por ele a fugir. Talvez em nossas vidas não da para fugir mas sempre podemos escolher nosso caminho. Gostei muito dessa parte da história, de vez em quando sinto como Duarte sentiu naquele momento.
Ao ler esse texto deu para me pensar bem em o que o autor estava querendo dizer. Eu acho que ele está querendo dizer que nesse momento Durate estava ficando muito nervoso. Duarte não soube o que fazer e esse frase esplica bem como ele sentiu oa ser confrontado com uma decisão tão crucial. Essa decisão de que ele se casasse com uma mulher que ele não amasse e também ser morto. Eu acho que o autor está querendo nos mostrar uma parte da vida. É muito defícil tomar decisões quando as apresentam. Talvez não é uma decisão tão importante como Duarte, mas sempre vamos ter que escolher um caminho. Eu achei muito interesante que uma oportunidade se apresentou por ele a fugir. Talvez em nossas vidas não da para fugir mas sempre podemos escolher nosso caminho. Gostei muito dessa parte da história, de vez em quando sinto como Duarte sentiu naquele momento.
Thursday, January 13, 2011
"Quase sempre, ao tirar o lenço para assoar o nariz, provocava o assombro dos que estavam próximos, sacando um lençol do bolso. Se mexia na gola do paletó, logo aparecia um urubu. Em outras ocasiões, indo amarrar o cordão do sapato, das minhas calçadas deslizavam cobras." (Murilo Rubião, O ex-mágico da Taberna Minhota,55)
Ao ler esse texto, deu para me refletir muito da minha vida. Sempre tenho problemas de ficar queito quando é necesário e pareçe que estou sempre fazendo algo estraño. Meu filho é muito pequeno e sempre estou fazendo barulho quando não quero e não devo sem querer. Também achei interesante que eu nao sou a única de quem eu vejo fazendo coisas assim. Em muitas das minha clases sempre tem alquem que é diferente sem querer. Muitas vezes é a pessoa e áte a situação. Eu acho que esse conto de uma maneira foi escrito de mostrar que tem pessoas diferentes e pessoas diferentes sem querer e tem as pessoas que julgam aquelas pessoas.
Ao ler esse texto, deu para me refletir muito da minha vida. Sempre tenho problemas de ficar queito quando é necesário e pareçe que estou sempre fazendo algo estraño. Meu filho é muito pequeno e sempre estou fazendo barulho quando não quero e não devo sem querer. Também achei interesante que eu nao sou a única de quem eu vejo fazendo coisas assim. Em muitas das minha clases sempre tem alquem que é diferente sem querer. Muitas vezes é a pessoa e áte a situação. Eu acho que esse conto de uma maneira foi escrito de mostrar que tem pessoas diferentes e pessoas diferentes sem querer e tem as pessoas que julgam aquelas pessoas.
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